Quarta-feira, Junho 29, 2005


VICIO

Todo vício é ruim. Todo, inclusive o vício pelo computador e a internet.

Ano passado me viciei sim, mais precisamente do meio para o fim do ano.

Trocar idéias sobre assuntos que muito me interessam há anos e sem o compromisso de horário para escrever ou responder, foi realmente muito atrativo.
A internet é fácil e prática, é só ligar e ta lá.
Um monte de gente no msn, listas de discussão com mensagens que aparecem a toda hora em questão de minutos, uma vontade de ler tudo e responder, etc.
E o dia vai passando e quando vê, grande parte dele foi na frente do computador, sentada, lendo e escrevendo.

No começo eu, que mal sabia enviar e mails, reservava um único horário do dia para ler as dezenas e dezenas de mensagens acumuladas.
Me cansava.
Até que resolvi colocar o tal Speed (que antes não tinha pois realmente o computador ficava entre os últimos planos da minha vida) e deixa-lo ligado o dia todo, assim quando desse eu podia dar uma olhada.
E isso foi me prendendo dentro de casa, aos poucos, quase que sem perceber.

EU, logo EU, que sempre fui da rua, livre, mesmo depois de ter meus filhos todos, sempre botei todo mundo embaixo do braço e fui pra onde quis com eles, fosse pra passar o dia na casa da minha mãe ou na casa dos meus amigos, passear no centro da cidade sozinha ou dar risadas lanchando no shopping com alguém, entre tantas coisas.

EU, logo EU, que amo estar perto das pessoas queridas, que adoro um papo ao vivo, o tom da conversa, o som dos risos, que nem curto muito uma conversa ao telefone justamente porque gosto do "cara a cara".

EU, logo EU, que sempre exaltei minha juventude mesmo depois dos meus 3 filhos, e que nunca senti culpa em deixá-los de vez em quando com alguém de confiança pra sair um pouco, de dia ou de noite, encontrar pessoas, escutar um som ao vivo, etc.

EU, logo EU, que sou praticante diária da terapia do abraço, que gosto de calor humano, que acredito que um olhar diz muito...

EU, LOGO EU, 9 meses depois de conhecer melhor a internet, tinha "gerado" uma Carol que nem eu mais reconhecia, que deixou de ir para a praia nos finais de semana, que muitas vezes deixou de sair com amigos e com o marido, que se estressou por coisas que jamais se estressaria antes, jamais!!

Eu estava afastadada de mim, e afastada do modo como levo a vida, a minha vida real.

Sou muito ligada à natureza e pra conseguir me manter mais equilibrada física e emocionalmente eu preciso de cheiro de maresia, de terra molhada nos pés, de contato com a mãe natureza.
Me faz sentir bem, me faz reorganizar as emoções, descarrego meu estresse, renovo energias, fico em contato comigo, me reconheço, me reequilibro.

Não é a toa que não quero nunca mudar de Mogi, onde estou numa cidade de boa infra estrutura, a maior da região, e ao mesmo tempo estou do lado da praia, onde não levo mais que 25 ou 30 minutos para chegar, também estou ao lado de Salesópolis, cidade tão verde e onde nasce límpido e claro o Rio Tietê (alguém aí já bebeu as águas do Rio Tietê? Vem pra cá que levo pra beber na nascente), também estou abraçada a Guararema, que é a cidade considerada o ar mais puro do estado de São Paulo, cheia de verde, cheia da mãe terra...

E eu deixei, ou pelo menos usufrui bem pouco, tudo isso que é parte de mim, que é minha vida, como entrar no mar e deixar as ondas levarem a energia ruim, e lavarem minha alma, meu corpo, meu espírito, reequilibrarem meu fluxo de energia.
Ou andar descalça na grama (com meu constante medo de formigueiros, mas isso é trauma!), ou pisar a terra úmida, trocar energia e voltar pra casa sendo EU mesma.

E eu deixei de fazer isso, e deixei de ver meus amigos constantemente e de abraça-los, e deixei de me entender com minha família porque não dava tempo de ter uma conversa saudável com quem estava, teoricamente, alí a qualquer hora, afinal eu tinha que gastar meu tempo livre escrevendo relatos dos meus dias na Santa Casa, ou coisa parecida...

E fui ficando obviamente estressada, por motivos que com um pouco de tempo e de cuidado conseguiria resolver facinho facinho, mas eu estava muito ocupada com a internet pra isso...

Estava tão ocupada com a internet que deixei de meditar, algo que sempre valorizei, desde os tempos em que freqüentava toda semana o Odsal Ling, um templo budista em São Paulo no qual eu recebi ensinamentos.

Tão ocupada que deixei de me dar o prazer essencial do sono, coisa que já era raro visto que minha filhota fazia a festa madrugada a dentro, mas o período que eu podia descansar, eu sentava na frente do computador.
Minhas crianças dormiam cedo, mas eu dormia de madrugada...

Me afastar do que eu costumava fazer, dos prazeres simples do meu dia a dia, e deixar tanta coisa de lado, foi me deixando ruim, com energia estagnada.
Minha vida estava diferente de antes, isto é, de antes de me render ao vício. Eu definitivamente não era assim, nem minha rotina.

Fiquei cansada, estressada, com tudo. Um dia tive uma briga com minha mãe e ao invés de resolver meu momento estressante com um telefonema para alguém conhecido, acabei trazendo isso para uma lista de discussão, e ainda na base do "escrevendo regada pela emoção do momento no puro- impulso- total- imediato- pós- briga- homérica", uma merda, mensagem no mínimo 500% exagerada, e fiquei mais confusa ainda dada as interpretações alheias que sucederam a tal mensagem.

De repente eu estava explicando o que eu jamais me preocuparia em explicar, justificando atitudes que na verdade eu nunca tomei, que não tinham nada a ver comigo, ou com meus filhos, muito menos com o modo que os crio ou vejo a infância, etc. Temas como "terror noturno" e "passiflora" me incomodam até hoje, exatamente porque não expus minha real opinião e me preocupei em justificar o que não precisava ser justificado.
Péssimo isso.
A imagem que então vi de mim mesma na internet durante e após esse episódio, é extremamente diferente da Ana Carolina que eu sou e sempre fui, tanto como pessoa, quanto como mãe.
Me senti mal em não me reconhecer, senti mal em ter que dar explicações baseadas em coisas que não são minha opinião, me incomodei com a imagem que eu acabei dando margens para construir e que não tinha NADA a ver comigo.

E de pensar que se depois da tal briga eu tivesse feito o que sempre faço, como ligar pra Helô, ou Luiz Marcelo, ou Adriana, ou Loraine, ou qualquer um de meus amigos que amo, confio, conheço, em 5 minutos a raiva passava e eu não teria me assustado com tantas "teorias" a respeito da minha vida, minhas escolhas, etc!

Depois disso então, tive o INSIGHT que eu precisava.
Admiti pra mim mesma que estava viciada, e que eu deveria dar mais atenção pra minha família e resolver assuntos pendentes que ficaram pra depois graças ao tempo dedicado ao vício e que causaram conflitos totalmente evitáveis. E deveria dar mais ouvido aos meus amigos (de carne, osso, calor humano, etc) que há tempos diziam "porra, larga essa merda (computador) e vamo dar uma volta" e eu dizia "meu, to tão cansaaaada, hoje não dá", mas no fim das contas eu ficava era na frente do computador dando ouvidos pra quem nunca me viu mais gorda na vida, não me conhece, não conhece minha vida, minha casa, minha maneira de enxergar as coisas que envolvem meus filhos, etc.

E fui direto passar umas semanas na praia, me reencontrar, reorganizar meus verdadeiros pensamentos, minhas opiniões, minha verdadeira maneira de viver e de enxergar a vida, que sempre foi simples e embalada pelo que é natural (e eu não estou falando de alimentação, rsrs, to falando de VIVER).

Embalada por um violão e pela natureza, da qual eu sempre me senti parte fundamental.

E voltei sem muito tesão de participar de listas de discussão, msn, etc.

Eu sou apaixonada demais pela vida pra desperdiçá-la na frente de um computador. Tenho amigos amados demais pra dizer que estou cansada pra eles. Tenho uma família com a qual vivo tendo meus conflitos mas que também não vivo sem! Tenho um marido que é um tesão, 3 crianças simplesmente maravilhosas, e mais um monte de coisas que pra mim são e sempre serão primeiros planos!

Aliás, pausa importante aqui: devo dizer que, apesar de ter me viciado em internet, meu tempo para os meus filhos SEMPRE foi o mesmo, com ou sem vício, antes ou depois da internet, porque sou mesmo do tipo mãezona, e o tempo que passamos juntos tem muita qualidade principalmente porque tudo é feito com muito amor e naturalmente, instintivamente, intuitivamente, sem obrigações, ou seguindo literaturas, "gurus", ou sei lá o que. Acontece que não amo só meus filhos, mas AMO o fato de ser mãe, AMO! E com certeza isso faz a diferença...

Mas enfim, não posso parecer tão ingrata com a internet, eu ADORO listas de discussão, sério mesmo, e também outras coisas que encontrei "navegando". E fiz também amizades muito carinhosas e sinceras, inclusive com pessoas de outros estados, o que é bem legal (se bem que não deixa de ser bem estranho...).

E com certeza vou voltar a participar de listas, quando tiver meus horários preenchidos do jeito que quero e realmente sobrar um bom tempo pra isso. Mesmo assim vou ler quando der, escrever quando der, participar se puder. Ainda que fique dias ou semanas sem ler nada. Não me vicio de novo, não mesmo.
Sei lá, deve ter gente que gosta desse vício.
Pra mim não dá.
1 ano viciada foi mais que suficiente pra ter certeza disso.

No mais, to bem satisfeita só checando meus e mails, escrevendo aqui vez em quando, visitando alguns blogs amigos, como da super bem humorada Thá, a poética Re, a linda e antenada Carol, entre outros (Clau, eu te visito sim garota, i LOVE you!).

É isso, acho que consegui demonstrar um pouco minha opinião sobre o vício pela internet e como na minha vida simplesmente não cabe ser viciada assim.:-)

Bjos!!!!

Ana Carol - 1:26 PM

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Sábado, Junho 25, 2005


noivos na praia...


E hoje, arrumando fotos, encontrei uma foto do meu noivado com o Marcio, que foi a beira do mar, numa noite linda, descalços na areia.
A natureza foi testemunha, a música era o som do mar, a luz vinha da lua e das estrelas.

Aqui vai a foto, scaneada num cyber café, que ficou super escura, meio esquisita e diferente da original (que tá clarina e eu tô bem mais bronzeada!!), mas vale a intenção.



E tô deixando pra vocês a letra da música que Marcio vem tocando ultimamente, é a nova "trilha sonora" da casa. Foi a música que ele me ofereceu no dia dos namorados.

Musica de Armandinho, chama-se "Desenho de Deus" . Puxem no Kazaa pra escutar, e lembrem de mim!

"Quando Deus te desenhou

Ele tava namorando

Quando Deus te desenhou

Ele tava namorando

Na beira do mar

Na beira do mar do amor!

Na beira do mar

Na beira do mar do amor!



Papai do céu na hora de fazer você

Ele deve ter caprichado pra valer

Botou muita pureza no seu coração

E a sua humildade fez chamar minha atenção

Tirou a sua voz do própolis e mel

E o teu sorriso lindo de algum lugar do céu

O resto deve ser beleza exterior

Mas o que tem por dentro para mim tem mais valor

REFRÃO


Papai do céu na hora de fazer você

Ele deve ter caprichado pra valer

Botou muita pureza no seu coração

E a sua humildade fez chamar minha atenção

Da estrela mais bonita o brilho desse olhar

Diamante verdadeiro sua palavra foi buscar

O resto deve ser beleza exterior

Mas o que tem por dentro para mim tem mais valor"

beijos!

PS. Vou tentar scannear de novo mais pra frente e ver se a foto fica mais legal.
E quem sabe escrevo o relato da nossa história de amor, contando com mais detalhes nosso namoro, noivado, gravidezes, casamento, partos... É um romance lindo!



Ana Carol - 7:11 PM

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Segunda-feira, Junho 06, 2005


PEDRO VICTOR 6 ANOS



No último dia 02 desse mês de junho, Pedro Victor completou 6 anos.
Meu filho, meu amor, meu pequeno grande garoto.

Um dia escolheram a data de seu nascimento, interferindo no fluxo da natureza, mas hoje, olhando para seus olhinhos brilhantes, seu sorriso maroto, reparando sua esperteza e sua alegria de viver, só posso comemorar pela sua existência, pela lição de vida que me ensinou, e principalmente, pelo amor que antes de gera-lo em meu ventre, eu jamais imaginaria existir.

Vou falar um pouco de Pedro Victor, esse "figurinha" tão lindo e amado.

Pedro é um menino do tipo amigo de todos. É sociável demais, se dá bem com qualquer pessoa, em qualquer situação. A não ser que não queira... quando empaca, é que nem uma mula!

Nunca fez o estilo do moleque "tradicional". Não gosta de carrinhos, odeia futebol.
Gosta de Skate.
Mas seu negócio mesmo sempre foi usar as mãos e a imaginação...

Lembrei, por exemplo, de um outro aniversário, o de 3 anos. Que foi na praia e a maior parte dos convidados eram do condomínio. E eles não sabiam que Pedro não gostava do que muitos meninos gostam. Logo, foram chegando e enchendo Pedro de presentes como super carrinhos, helicópteros, bonecos de luta, etc.
E Pedro dizia "não quero esse, nem esse!"

Até que chegou sua avó paterna, com uma "lembrancinha"... Era uma caixa de massinhas e outra de giz de cera!
Pronto, foi o presente que Pedro gostou! E, como sempre, passou horas e horas brincando, desenhando, esculpindo, imaginando...

E olha que massinha nunca faltou em casa, não era nenhuma novidade!!!hehehe

Lembro da cena depois, eu empacotando todos os carrinhos e helicópteros novinhos para dar numa comunidade evangélica que ficava perto de onde morávamos!!:-)

Teatro é outra de suas grandes paixões... Pedro é artista, e arte está literalmente no sangue. Mas vou falar disso depois, em breve, pois quero dedicar um post só sobre isso.

Mas o que ele gosta mesmooooo, é de bricar lá fora! E lá fora pode ser no quintal, na rua, na praia,...

Moramos em casa, tanto eu como meus pais. Quintal e espaço não faltam!

Na casa dos meus pais ainda tem 2 cachorros, tinha coelho (que morreu ano passado), gramado, casa de bonecas, horta (que também "morreu" mas já estou providenciando a ressurreição!!). Sem contar a piscina, enorme, deliciosa.
Imaginem como ele e as irmãs se acabam de brincar...!



Pedro é menino livre, de pé descalço, solto, é do mundo.

Ninguém sobe em árvores como meu pequeno! Magrelo e ágil, sobe em segundos!

Também é caçador de lobisomens, e é bom nisso, segundo ele não escapa um!!!!

É caiçara, é de praia, surfista. Meu Pedro bronzeado a milanesa caindo no mar é a cena mais gostosa de se apreciar!
Pure. Nature.

Assim como é gostoso ouvir suas gargalhadas brincando na chuva, cheio de lama, fugindo enxarcado quando a gente diz que tá na hora do banho.

Pedro é independente, sempre foi. Com 1 ano e meio foi pra escola e a "tia" já havia reparado sua independência.

Eu crio assim. Bem longe de super-proteção.
Tô por perto, mas deixo viver...

Pedro sabe aprender sozinho. Meu filho é muito seguro. Testa, erra, aprende, acerta. E cresce.

Pedro também é peixe. Nada muitíssimo bem, atravessa a piscina, pula, mergulha, se vira.
E, acreditem ou não, NUNCA fez uma única aula de natação sequer.
Aprendeu a nadar, nadando.

Está aprendendo a viver, vivendo.

Ah, mas tem tanto de coisa boa que eu podia falar desse meu filho...

Mas Pedro não é só o lado bom, como todo mundo.
Meu filho sabe fazer uma pirraça. E é indeciso demais, típico de geminianos.
De uns tempos pra cá tá com mania de lutar (aprendeu na escola) e seu alvo preferido em casa é a Julia, sua irmã. Se fosse só lutar com ela, tudo bem, mas o fato é que ele luta por brincadeira, mas também pra descontar todo o ciúme que sente dessa menininha que veio roubar o seu reinado e dividir a mãe com ele!

E ninguém nesse mundo faz o Pedro calçar sapatos. É o Chico Bento, só anda descalço.
O único aluno da escola que frequenta aulas de sandália, ou chinelo. E em casa, mal entra e lá estão largadas as sandálias, ou o tenis (quando usa), cada par num canto, no meio do caminho, já pra gente tropeçar.

Apesar de ninguém em casa curtir usar sapatos, Pedro é o único que vai numa noite de frio à padaria descalço!!

E tem outras "cositas mas", como todo menino de 6 anos...

Pedro...meu filhoto.
Tá crescendo e se tornando um grande garoto!
Que não brinca de corrida de carrinhos, nem tem coleção de figurinhas da seleção.
Mas tá crescendo livre, sem imposições, sendo a criança que é, naturalmente.

Vai meu filho, corre e sobe na árvore pra ver se avista um lobisomem. Mas se começar a chover forte, entra hein.
Que amanhã cedo vamos fazer bolo de fubá, depois te levo no parque. Mas tem que ficar bonzinho, respeitar sua tia e parar de pintar o cachorro dela com guache!
Depois vai jantar, tomar banho e dormir. Que os anjos estão lá, no seu quarto, esperando pra velar teu sono de novo.

Te amo Pedrinho.

mamãe Carol

Ana Carol - 11:05 AM

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Ana Carolina Wiechmann Elvezio, nascida em 30/12/1978. Casada com Marcio, mãe de 1 lindo menino, Pedro Victor, e duas lindas meninas, Julia e Manuela. Alguém que acredita na vida e em seu aprendizado, que transforma seus sonhos em projetos e faz questão de realiza-los plenamente. Que não deixa a vida passar a toa, e vive intensamente suas escolhas. Que ama e é feliz por ser amada. Que vive e não só existe. Que busca e não só espera - porque nada cai do céu - não há mudança sem luta, não há progresso sem atitude, não há realização sem dedicação. Que tem um monte de defeitos e mais um monte de qualidades, porque não é perfeita (e que nunca seja!). Alguém que quer viver e cultivar da melhor forma sua família, seu amor, seu trabalho, seus sonhos, seus planos,... Alguém que quer manter a melhor de suas conquistas: A FELICIDADE! Porque o melhor dessa vida é ser FELIZ!Sempre.

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